Operações em rodovias mineiras localizaram cápsulas ilegais, tirzepatida sem autorização da ANVISA, crack e veículo com documento falso
A PRF realizou uma série de operações em Minas Gerais que resultaram na apreensão de grande quantidade de medicamentos clandestinos para emagrecimento, além de drogas, produtos sem autorização sanitária e documentos falsificados.
As ações ocorreram nos municípios de Uberlândia, Indianópolis, Prata, Francisco Sá e Manhuaçu, em Minas Gerais.
Mulher transportava 1.200 cápsulas clandestinas
Em Uberlândia, uma mulher de 42 anos foi presa transportando cerca de 1.200 cápsulas e comprimidos utilizados em fórmulas para emagrecimento produzidas sem autorização da.
Segundo a PRF, os produtos eram comprados a granel, embalados manualmente e revendidos com marca própria.
Durante a ocorrência, a suspeita ainda tentou apagar remotamente o catálogo de vendas mantido em um aplicativo de mensagens.
O celular foi apreendido e o caso encaminhado à Polícia Federal.
Tirzepatida clandestina foi apreendida em duas operações
Na BR-365, em Indianópolis, policiais localizaram 147 ampolas de tirzepatida dentro da bagagem de um ônibus que fazia a linha Uberlândia–Montes Claros.
Já na BR-153, em Prata, a PRF apreendeu 24 caixas do medicamento, além de outras ampolas e substâncias sem documentação fiscal.
O motorista abordado informou que havia adquirido os produtos na região de fronteira com o Paraguai.
Todo o material foi encaminhado à Receita Federal e à Polícia Federal.
Crack e documento falso também foram apreendidos
Durante as operações, a PRF também apreendeu aproximadamente 12,2 quilos de crack escondidos em um veículo Hyundai IX35 na BR-262, em Manhuaçu.
O motorista confessou que transportava a droga de Belo Horizonte para Vitória.
Em Francisco Sá, na BR-251, policiais ainda apreenderam uma VW Parati com documento de licenciamento falso.
Mercado clandestino preocupa autoridades
Nos últimos meses, órgãos de fiscalização vêm alertando para o crescimento do comércio ilegal de medicamentos utilizados para emagrecimento.
Além da ausência de controle sanitário, especialistas apontam riscos graves à saúde devido ao uso de medicamentos clandestinos para emagrecimento, vendidos ilegalmente pela internet e redes sociais.













