Banco do Nordeste foi fundamental para a expansão do agronegócio, da indústria, do comércio e do Polo Farmacêutico de Montes Claros, tornando-se uma das principais alavancas do desenvolvimento regional.
MONTES CLAROS – O Banco do Nordeste (BNB) completou 74 anos de trajetória marcada pelo financiamento do desenvolvimento regional e pela atuação estratégica no Norte de Minas Gerais. Criado em 19 de julho de 1952, durante o governo Getúlio Vargas, o banco nasceu com a missão de reduzir desigualdades regionais e estimular investimentos produtivos em áreas com limitações climáticas e econômicas.
Ao longo de mais de sete décadas, a instituição tornou-se uma das principais fontes de crédito para empreendedores, agricultores, cooperativas, indústrias e municípios mineiros. Por meio da operacionalização do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), o banco apoia desde pequenos produtores rurais até grandes complexos industriais.
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Parceria com o Polo Farmacêutico
Em artigo publicado nesta segunda-feira (20), o presidente da FIEMG Regional Norte, Adauto Marques Batista, destacou a importância da parceria entre o BNB e o setor produtivo local, especialmente para o fortalecimento do Polo Farmacêutico de Montes Claros. Segundo ele, a expansão industrial da cidade está diretamente relacionada ao crédito injetado pelo banco em projetos de inovação.
Adauto Marques ressaltou o trabalho desenvolvido pela atual gestão da instituição, sob a presidência de Paulo Câmara, além da atuação do superintendente estadual Wesley Maciel e do diretor Wandir Farias no reconhecimento do valor estratégico da região para a economia mineira.
Microcrédito e diversificação econômica
Além dos grandes financiamentos industriais, o banco administra programas de impacto social na região, que engloba também os vales do Jequitinhonha e do Mucuri. Entre os destaques estão o Crediamigo, focado no microcrédito produtivo urbano, e o Agroamigo, direcionado à agricultura familiar.
Nas últimas décadas, os recursos do BNB ajudaram o Norte de Minas a diversificar sua matriz econômica, antes muito dependente da pecuária extensiva. Setores como a fruticultura irrigada, mineração, energia renovável e a indústria alimentícia expandiram suas operações no território por meio das linhas de crédito da instituição.



















