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STF revoga a “revisão da vida toda” e frustra busca por cálculo mais vantajoso

supremo tribunal federal

Um julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) que resultou na revogação da “revisão da vida toda”, ocorrido em setembro de 2024 ainda é desconhecido por parte dos interessados em buscar a aposentadoria ou a revisão de seus benefícios.

A decisão do STF foi favorecida pela nova composição da corte com os votos dos ministros Flávio Dino, Cristiano Zanin, além dos ministros Luiz Fux, Cármen Lúcia, Gilmar Mendes e Luís Roberto Barroso, que foram favoráveis à obrigatoriedade da regra de transição, impedindo os segurados de optarem pelo cálculo mais vantajoso.

O STF gerou polêmica ao revogar a chamada “revisão da vida toda”, mudança que poderia beneficiar aposentados ao permitir a inclusão de contribuições anteriores a 1994 no cálculo de seus benefícios.

Inicialmente aprovada pela Corte a medida foi posteriormente contestada, após a entrada de novos ministros e uma mudança no cenário político. O julgamento do Recurso Extraordinário 1.276.977, favorável aos segurados, foi reformado após embargos de declaração do INSS e o impacto das Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) 2.110 e 2.111, que influenciaram a decisão final. A nova composição da corte, com ministros como Cristiano Zanin e Flávio Dino, consolidou a revogação da revisão, destacando o alinhamento ideológico que prioriza a sustentabilidade fiscal.

A decisão, que impede os segurados de optar pelo cálculo mais vantajoso, reflete um cenário de incerteza e frustração para os aposentados.

 

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MinasNews

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